segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Problem?



Então você cresce, os problemas realmente começam a aparecer e você descobre que sofreu por antecedência, se você não conseguiu lidar som seus probleminhas de adolescente, bom, você chegará ao fundo do poço em algum momento.

Já está passando da hora de aprender a lidar com a vida.

GROW UP!

Carolina Lima.

domingo, 30 de novembro de 2014

Escape


Escrevo como uma adolescente, tentando expor em palavras esse sentimentalismo todo que me cerca.

Os anos se passaram e eu não paro de enxergar o lado ruim da vida. A cada obstáculo, eu tropeço, quebro um dedo, dois, três, o pé inteiro e penso em desistir, busco lá no fundo algo bom nos meus dias, mostro aquele sorriso amarelo para o espelho quebrado aqui no quarto e tento seguir, aos trancos e barrancos.

Parece que nada nunca está bom...
Por isso escrevo auto ajuda para eu mesma.

Keep walking...

Carolina Lima.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Chaos



Por alguns minutos, tudo que se ouvia eram mensagens de despedida, curtas tentativas de explicação e a angustia, por não haver solução.

Três, dois, um...

Não houve explosão, não houve barulho, o ultimo segundo congelou-se na eternidade do que restou de minha consciência.

Lembro-me de pensar naquele momento, onde aquela viagem iria me levar.

Ate agora não pude concluir com exatidão o que houve, o que acabou ou o que começou, apenas que nada existe como antes, isto é, se existe. O que conhecíamos como lar, agrupou-se em uma pequena esfera instável e brilhante, como um abajur feito em mosaico branco e preto.

O silêncio perturbador cercou-me, em uma eternidade-momento flutuei no vazio, o medo diminuía à medida que minha consciência se dissipava.

Até que o fim definitivo chegasse, sobrevivi na ideia, agora já não sei onde vou parar, se pararei, despertarei ou sequer se ainda existo.

Lima, Carolina.

segunda-feira, 17 de março de 2014

And when you lose control.



"Você irá colher o que tem plantado..."

Meio fora de controle, meus costumes me engolem.
Meio fora de controle, me descobri uma menina mimada e perdida.

Me sinto meio que completamente perdida no meio de tantas possibilidades, e mesmo no meio delas, nenhuma me abraça, elas estão apenas ali, imóveis, quando corro para abraçar-las, elas fogem de mim, como o diabo da cruz.

Já me sinto dependente de reflexões, sinto também desespero por resultados, mas o tempo é cruel com meninas mimadas, ele te abraça e horas parecem dias, dias parecem meses e meses são como os anos.

Enquanto o tempo me segura, as possibilidades correm ao meu redor, como palhaços que me pregam peças, mostram o quanto sou fraca de corpo e mente.

Meu espirito chora e meu corpo definha, então eu saio do meu estado de sobriedade, agarro as possibilidades, afogo os mimos, mando o tempo pastar, pois estou muito ocupada para prestar atenção nele.

Carolina Lima.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Nunca falte com respeito



Estaria cometendo outro erro se tentasse descrever as sensações, as cores, a alegria, a paz e o purgatório por onde passei, mas sou feita deles, os erros.

Ele guia  mesmo que sem querer os passos do Sol, o movimento da gárgula, o voo da águia, o arrastar da vontade e o renascer do novo ano.
O novo ano.
Mudança, ele disse, parafraseando algum desenho animado, mais censurado que meu vestido naquela tarde, menos censurado que a história que tenho pra contar...

Ela o segue como se ele fosse o guia, o ancião mais experiente, um experiente ancião, que com suas frases, curtas e diretas simplifica nossa viagem e nos guia até o trono. Ele aponta a direção e Ela o segue, tomando as decisões que a probabilidade das coincidências proporciona.
A probabilidade das coincidências.

Anda faceira entre macacos berrões e paredes sonoras, foge de vermes pelo chão derretido e constatações decisivas. Decidiu-se pela vida naquela tarde. Sua vida. Deixou os plurais de lado, sem de os deixar guiar.



Carolina Lima.


domingo, 17 de novembro de 2013

Mistakes Pt. 2


Como se não bastasse a sequencias de erros passados, ando montado os futuros.

Mente vazia...

A inocência foi embora junto com qualquer esperança de ser alguém diferente, junto os cacos e vou tentando colar aos poucos, faltam alguns pedaços que de tão pequenos, se perderam, e quando eu estou pela metade, caio novamente.

A inércia dos meus pensamentos criam ciclos infinitos que não me permitem pensar em soluções, os problemas acumulam e eu continuo aqui, deitada, na minha cama desarrumada, lendo metade de cada livro empoeirado da estante.

Talvez seguir o fluxo que eu tanto abominava seja a única solução para sessar pensamentos tão deprimentes.

O pássaro livre pulou da árvore sem saber voar.

Não quero parar de pedalar. Não quero descer da bicicleta se mundo desmorona a cada estação, não quero estar sóbria enquanto a mente se deprime a cada pensamento.

Não quero mais errar...


Carolina Lima.


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Red



Como uma carta, tu te vais.
És energia materializada que acalma e inquieta ao mesmo tempo.
Transborda até chegar aqui: paz, timidez, criatividade, carinho, sexualidade, sem ao menos um toque.
Intimida qualquer bruxaria fraca de minha parte, terço ou quarto.
Me sinto vulnerável e gosto de estar.
Quanto mais longe danças de mim, mais afetada eu sou.
Aos olhos de quem tem medo de crescer, tudo parece brincadeira, parece um jogo.

Oportunidades não duram para sempre.
Tenha sempre papel e caneta ao lado da cama.
Abacaxi é um negócio difícil de escrever.

Até breve.

Carolina Lima.


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Who writes



Mesmo reunindo todos os rascunhos de tentativas frustradas de defini-lo, não pude concluir o raciocínio.
São tantas informações, que dá falta de ar.
Sabe?
Quando te faltam palavras?
Ou quando nada se encaixa?
Quando tudo some antes de se concluir, por mais simples que seja, ou que você ache que é, ele te deixa confuso e curioso.

"Porque poucas pessoas me causam isso. Essa sensação de querer descobrir"

Mas sou tímida, além de tímida, sou medrosa, além de tímida e medrosa, sou lesa... Ou seja lá o que essa palavra signifique, não sou boa com palavras, deu pra perceber.
Elas saem descontroladas, deve ser a inexistência de pensamento concreto ou o caos instalado por algum "não-ser" que pensa demais e se desfaz junto com qualquer conclusão na minha mente.

I write also
Lima, Carolina.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

F.E.A.R.


Ela não lê mais nada ou escreve, se entorpece de medo, receio, mágoa e confusão.
Muita confusão.
Sobre eles dois e as noites. Quando noites eram dias e os dias cheios de lágrimas,
não sei mais o que vale ou não a pena, não sei o que significa paz, ou perdão, não sei mais como impor pontuações, no texto ou na vida e esse não saber me corrói, então eu sinto medo.

Sinto tanto medo que não vou nem mais olhar pra trás pra corrigir os erros de pontuação ou ortografia, faz ideia os da vida, não sei corrigir erros, apenas passar por cima, então eu sinto medo, sinto medo e não olho mais pra trás. Perdão, não voltarei mais, não sou boa em consertar as coisas, acho que já estraguei demais.

Carolina Lima.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Breathe



O pensamento dela era tão infinito que não podia ser posto em uma linha tênue que são as palavras, pedalou de fio em fio, pois linhas ainda são muito espeças para exemplificar a insignificância das palavras proferidas.
Era tudo pequeno demais diante da magnitude dos seus olhos.


Carolina Lima.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Black


Não queria pensar desta forma, mas aconteceu.
A hipocrisia é a melhor forma de mascarar a relutância de aceitar que ela partiu.
Odeio essa pressão de ter que se diminuir para não parecer que estou querendo inflar o ego, mas já não me importo mais, pois essa pressão nunca vai acabar e eu cansei de sempre pedir desculpas por falar a verdade.
 Ele ensinou tudo que ela sabe e ela deu a ele tudo que ela tinha.
Acabou, não tem mais por que brigar. Eu sei que você também será uma estrela no céu de alguém, espero que brilhe tanto quando brilhou no meu.
Agora eles partiram em caminhos diferentes.

Carolina Lima.

terça-feira, 9 de junho de 2015

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Problem?



Então você cresce, os problemas realmente começam a aparecer e você descobre que sofreu por antecedência, se você não conseguiu lidar som seus probleminhas de adolescente, bom, você chegará ao fundo do poço em algum momento.

Já está passando da hora de aprender a lidar com a vida.

GROW UP!

Carolina Lima.

domingo, 30 de novembro de 2014

Escape


Escrevo como uma adolescente, tentando expor em palavras esse sentimentalismo todo que me cerca.

Os anos se passaram e eu não paro de enxergar o lado ruim da vida. A cada obstáculo, eu tropeço, quebro um dedo, dois, três, o pé inteiro e penso em desistir, busco lá no fundo algo bom nos meus dias, mostro aquele sorriso amarelo para o espelho quebrado aqui no quarto e tento seguir, aos trancos e barrancos.

Parece que nada nunca está bom...
Por isso escrevo auto ajuda para eu mesma.

Keep walking...

Carolina Lima.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Chaos



Por alguns minutos, tudo que se ouvia eram mensagens de despedida, curtas tentativas de explicação e a angustia, por não haver solução.

Três, dois, um...

Não houve explosão, não houve barulho, o ultimo segundo congelou-se na eternidade do que restou de minha consciência.

Lembro-me de pensar naquele momento, onde aquela viagem iria me levar.

Ate agora não pude concluir com exatidão o que houve, o que acabou ou o que começou, apenas que nada existe como antes, isto é, se existe. O que conhecíamos como lar, agrupou-se em uma pequena esfera instável e brilhante, como um abajur feito em mosaico branco e preto.

O silêncio perturbador cercou-me, em uma eternidade-momento flutuei no vazio, o medo diminuía à medida que minha consciência se dissipava.

Até que o fim definitivo chegasse, sobrevivi na ideia, agora já não sei onde vou parar, se pararei, despertarei ou sequer se ainda existo.

Lima, Carolina.

segunda-feira, 17 de março de 2014

And when you lose control.



"Você irá colher o que tem plantado..."

Meio fora de controle, meus costumes me engolem.
Meio fora de controle, me descobri uma menina mimada e perdida.

Me sinto meio que completamente perdida no meio de tantas possibilidades, e mesmo no meio delas, nenhuma me abraça, elas estão apenas ali, imóveis, quando corro para abraçar-las, elas fogem de mim, como o diabo da cruz.

Já me sinto dependente de reflexões, sinto também desespero por resultados, mas o tempo é cruel com meninas mimadas, ele te abraça e horas parecem dias, dias parecem meses e meses são como os anos.

Enquanto o tempo me segura, as possibilidades correm ao meu redor, como palhaços que me pregam peças, mostram o quanto sou fraca de corpo e mente.

Meu espirito chora e meu corpo definha, então eu saio do meu estado de sobriedade, agarro as possibilidades, afogo os mimos, mando o tempo pastar, pois estou muito ocupada para prestar atenção nele.

Carolina Lima.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Nunca falte com respeito



Estaria cometendo outro erro se tentasse descrever as sensações, as cores, a alegria, a paz e o purgatório por onde passei, mas sou feita deles, os erros.

Ele guia  mesmo que sem querer os passos do Sol, o movimento da gárgula, o voo da águia, o arrastar da vontade e o renascer do novo ano.
O novo ano.
Mudança, ele disse, parafraseando algum desenho animado, mais censurado que meu vestido naquela tarde, menos censurado que a história que tenho pra contar...

Ela o segue como se ele fosse o guia, o ancião mais experiente, um experiente ancião, que com suas frases, curtas e diretas simplifica nossa viagem e nos guia até o trono. Ele aponta a direção e Ela o segue, tomando as decisões que a probabilidade das coincidências proporciona.
A probabilidade das coincidências.

Anda faceira entre macacos berrões e paredes sonoras, foge de vermes pelo chão derretido e constatações decisivas. Decidiu-se pela vida naquela tarde. Sua vida. Deixou os plurais de lado, sem de os deixar guiar.



Carolina Lima.


domingo, 17 de novembro de 2013

Mistakes Pt. 2


Como se não bastasse a sequencias de erros passados, ando montado os futuros.

Mente vazia...

A inocência foi embora junto com qualquer esperança de ser alguém diferente, junto os cacos e vou tentando colar aos poucos, faltam alguns pedaços que de tão pequenos, se perderam, e quando eu estou pela metade, caio novamente.

A inércia dos meus pensamentos criam ciclos infinitos que não me permitem pensar em soluções, os problemas acumulam e eu continuo aqui, deitada, na minha cama desarrumada, lendo metade de cada livro empoeirado da estante.

Talvez seguir o fluxo que eu tanto abominava seja a única solução para sessar pensamentos tão deprimentes.

O pássaro livre pulou da árvore sem saber voar.

Não quero parar de pedalar. Não quero descer da bicicleta se mundo desmorona a cada estação, não quero estar sóbria enquanto a mente se deprime a cada pensamento.

Não quero mais errar...


Carolina Lima.


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Red



Como uma carta, tu te vais.
És energia materializada que acalma e inquieta ao mesmo tempo.
Transborda até chegar aqui: paz, timidez, criatividade, carinho, sexualidade, sem ao menos um toque.
Intimida qualquer bruxaria fraca de minha parte, terço ou quarto.
Me sinto vulnerável e gosto de estar.
Quanto mais longe danças de mim, mais afetada eu sou.
Aos olhos de quem tem medo de crescer, tudo parece brincadeira, parece um jogo.

Oportunidades não duram para sempre.
Tenha sempre papel e caneta ao lado da cama.
Abacaxi é um negócio difícil de escrever.

Até breve.

Carolina Lima.


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Who writes



Mesmo reunindo todos os rascunhos de tentativas frustradas de defini-lo, não pude concluir o raciocínio.
São tantas informações, que dá falta de ar.
Sabe?
Quando te faltam palavras?
Ou quando nada se encaixa?
Quando tudo some antes de se concluir, por mais simples que seja, ou que você ache que é, ele te deixa confuso e curioso.

"Porque poucas pessoas me causam isso. Essa sensação de querer descobrir"

Mas sou tímida, além de tímida, sou medrosa, além de tímida e medrosa, sou lesa... Ou seja lá o que essa palavra signifique, não sou boa com palavras, deu pra perceber.
Elas saem descontroladas, deve ser a inexistência de pensamento concreto ou o caos instalado por algum "não-ser" que pensa demais e se desfaz junto com qualquer conclusão na minha mente.

I write also
Lima, Carolina.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

F.E.A.R.


Ela não lê mais nada ou escreve, se entorpece de medo, receio, mágoa e confusão.
Muita confusão.
Sobre eles dois e as noites. Quando noites eram dias e os dias cheios de lágrimas,
não sei mais o que vale ou não a pena, não sei o que significa paz, ou perdão, não sei mais como impor pontuações, no texto ou na vida e esse não saber me corrói, então eu sinto medo.

Sinto tanto medo que não vou nem mais olhar pra trás pra corrigir os erros de pontuação ou ortografia, faz ideia os da vida, não sei corrigir erros, apenas passar por cima, então eu sinto medo, sinto medo e não olho mais pra trás. Perdão, não voltarei mais, não sou boa em consertar as coisas, acho que já estraguei demais.

Carolina Lima.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Breathe



O pensamento dela era tão infinito que não podia ser posto em uma linha tênue que são as palavras, pedalou de fio em fio, pois linhas ainda são muito espeças para exemplificar a insignificância das palavras proferidas.
Era tudo pequeno demais diante da magnitude dos seus olhos.


Carolina Lima.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Black


Não queria pensar desta forma, mas aconteceu.
A hipocrisia é a melhor forma de mascarar a relutância de aceitar que ela partiu.
Odeio essa pressão de ter que se diminuir para não parecer que estou querendo inflar o ego, mas já não me importo mais, pois essa pressão nunca vai acabar e eu cansei de sempre pedir desculpas por falar a verdade.
 Ele ensinou tudo que ela sabe e ela deu a ele tudo que ela tinha.
Acabou, não tem mais por que brigar. Eu sei que você também será uma estrela no céu de alguém, espero que brilhe tanto quando brilhou no meu.
Agora eles partiram em caminhos diferentes.

Carolina Lima.